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quarta-feira, 25 de março de 2009

JESUS SE PREOCUPA COM A SUA VIDA SENTIMENTAL




Por mais que você pense que não, Deus se preocupa com a sua vida sentimental. Na verdade, Ele se preocupa com a sua vida como um todo.
Mais uma vez, vou transcrever aqui a palavra que Deus enviou por meio da Elvira Tito (irmã do pastor e cantor Álvaro Tito) aos que estiveram presentes no retiro de carnaval 2009 da Igreja Missionária Evangélica Maranata.

Texto base, João 4.3-19
4:3 Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia.
4:4 E era-lhe necessário passar por Samaria.
4:5 Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José.
4:6 E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta.
4:7 Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.
4:8 Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.
4:9 Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos).
4:10 Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.
4:11 Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?
4:12 És tu maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado?
4:13 Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede;
4:14 Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.
4:15 Disse-lhe a mulher: SENHOR, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la.
4:16 Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá.
4:17 A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido;
4:18 Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.
4:19 Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta.

Existem pessoas que não consultam a vontade de Deus sobre certos relacionamentos, pois sabem que a resposta de Deus será um tremendo NÃOOO. Sabem que o relacionamento esta fora da vontade e do plano de Deus, porém insistem no erro.

Nós precisamos obedecer, confiar e acreditar que Deus tem o melhor para nós independente de qualquer coisa, principalmente do tempo. Porém muitos filhos de Deus entregando o seu coração ao primeiro (a) que passa pela frente. Deixam-se levar pelo papo daquele (a) que não é filho (a) de Deus e só quer brincar com o seu coração.

Segundo a própria Elvira Tito, ela viveu um relacionamento de 4 anos que não era da vontade de Deus, mesmo assim ela insistia no erro, mesmo Deus falando por meio da palavra, dos pais, amigos e etc, ela resolveu investir por contra própria e acabou sofrendo muito com as conseqüências dessa desobediência.

Deus sabe os desejos do nosso coração. Precisamos ter maior diálogo com Deus.
Assim como a mulher de Samaria, precisamos ser sinceros: “Senhor se não for de ti esse namoro, tem que acabar”. Ela fez essa oração e tomou atitude em relação a isso.
Muitas pessoas saem de um relacionamento e entram logo em outro. Levam o lixo de um para o outro, assim como a samaritana.
Deus tem o melhor para você. Luz e trevas não podem andar juntas, ou você vive em total claridade com Cristo ou vive na escuridão do pecado e da desobediência.

Elvira Tito – Assembléia de Deus de Campo Grande (RJ)

sexta-feira, 13 de março de 2009

Aos inimigos… amor

"Persegui os inimigos e os alcancei, os consumi os atravessei, aos pés do Senhor caíram, não mais se levantaram"

Embora estes versos de uma música muito cantada nas igrejas brasileiras sejam inspirados em uma passagem bíblica (2 Sm 22:38; Sl 18:37) nunca me senti confortável em cantá-los. Sempre sentia que algo não se encaixava em entusiasticamente afirmar que eu estaria consumindo meus inimigos.

Todas as vezes que ouvia esta música as palavras de Jesus ecoavam em minha alma: "Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste" (Mt 5:43-45).

Como discípulos de Cristo não nos declaramos inimigos de ninguém, pois temos o mandamento de amar a todos como diretriz de vida. Mas não podemos impedir que outros se declarem nossos inimigos, e é a esses que Jesus está dizendo que devemos orar e abençoar.

Paulo nos estimula em Rm 12:20,21 a fazer o bem àqueles que se dizem nossos inimigos ajudando-os nos seus momentos de necessidade. Com isso não seremos derrotados pelo mal mas venceremos o mal com o bem. Na linguagem de Paulo colocaremos a consciência do nosso inimigo para pensar em porquê, apesar da sua atitude para conosco, nós retribuímos com uma atitude totalmente diferente da que ele esperava.

Estamos precisando de um exército, não de guerreiros sedentos de consumir seus inimigos, mas de discípulos que estejam dispostos a amar incondicionalmente como Jesus, o Mestre, o fez. Com certeza isso provocaria uma revolução, não com sangue derramado, mas com corações transformados.

"Senhor, ajuda-me a amar incondicionalmente a todos assim como incondicionalemente tu me amas."

terça-feira, 10 de março de 2009

POR ALGO MELHOR




Lembre-se apenas de que você não precisa ser aquilo que desejam que você seja. Muhammad Ali


É muito fácil se irar, frustrar-se e desencorajar-se. Qualquer pessoa pode facilmente ser levada a isso; não lhe é requerida nenhuma habilidade para que exiba tal atitude. Apenas pelo fato de você estar irado – ainda que por uma razão justificada –, isso não significa que você tenha que fazer com que a situação piore ainda mais. Retribuir com ira só irá feri-lo, e tanto quanto a outra pessoa. Mas afinal, será isso mesmo que você deseja? Contudo, o fato de você se sentir terrivelmente frustrado não constitui razão para que você crie um ambiente para uma frustração ainda maior!


Uma realização cheia de significado acontece em função do seu esforço pessoal, mesmo em meio a uma série de circunstâncias negativas. Pare por um momento e se pergunte: "O que posso fazer agora, diante dessa situação, que até poderia fazer uma diferença positiva?..."


Certamente que você irá eventualmente se sentir irado, frustrado, amargurado e desencorajado. Isso é perfeitamente compreensível e natural. Entretanto, isso não lhe confere razão para agir contra seu próprio interesse. Com Deus, e exercitando a mente de Deus, SEMPRE existe uma maneira de melhorar qualquer situação, por pior que seja. Busque a Deus, e aja baseado no caráter dele. E veja então a sua circunstância assumir uma postura que você jamais imaginou possível!




Nélio DaSilva


Para Meditação:


...a mim me pertence a vingança; eu retribuirei, diz o Senhor. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem. Romanos 12:19,21

sexta-feira, 6 de março de 2009

Oportunidades Para Servir














Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Tiago 4:14


Não há religião na entronização do próprio eu. Deus nos pede para sermos leais a Ele, desenvolvendo os talentos que nos deu, para que possamos ganhar outros. Sua vontade deve se tornar a nossa vontade em todas as coisas. Qualquer afastamento dessa norma degrada nossa natureza moral. Como resultado, podemos ser animados, enriquecidos e sentar ao lado de príncipes; mas aos olhos de Deus somos impuros e pecaminosos. Vendemos nosso direito de primogenitura por interesse egoísta e lucro, e nos livros do Céu isto está escrito a nosso respeito: Pesado na balança do Santuário, e achado em falta.


Mas se considerarmos nossos talentos como dons de Deus e os usarmos em Seu serviço, mostrando compaixão e amor ao nosso próximo, seremos canais pelos quais as bênçãos de Deus fluirão ao mundo; e no grande dia final seremos saudados com as palavras: "Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor" (Mt 25:21).


O tempo, carregado de preciosas oportunidades para servir o Senhor está passando rapidamente para a eternidade. [...] Está você aproveitando essas oportunidades à medida que elas passam? Você não pode desprezá-las, pois deverá enfrentar o juízo divino, para responder pelos atos feitos no corpo. Suas palavras animam e encorajam aqueles que lhe pedem ajuda e conforto? Sua influência fortalece aqueles com quem você se relaciona? São suas posses fielmente dadas ao Senhor?


Consagre-se hoje mesmo ao serviço do Senhor. [...] Lance suas ansiedades sobre o Senhor, e por razão alguma permita que as coisas do mundo o separem dEle. Consagre a Ele tudo o que você tem e é. Isto é "seu serviço aceitável". Não retarde, pois existe perigo em um momento de demora. Você terá um pouco mais de tempo para trabalhar para o Mestre, e então ouvirá a voz, à qual você não pode recusar responder, dizendo: "Presta contas da tua administração." (ST, 21/1/1897).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Fé Cristã




I- Definição da Palavra
A simples fé implica uma disposição de alma para confiar noutra pessoa. Difere de credulidade, porque aquilo em que a fé tem confiança é verdadeiro de fato, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não lhe é contrário. A credulidade, porém, alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, devendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso.
A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu Espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria. Não é uma aceitação cega e desarrazoada, mas um sentimento baseado nos fatos da Sua vida, da Sua obra, do Seu Poder e da Sua Palavra. A revelação é necessariamente uma antecipação da fé. A fé é descrita como "uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras". A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração.

II- A Fé no AT
A atitudes para com Deus que no NT a fé nos indica, é largamente designada no AT pela palavra "temor". O temor está em primeiro lugar que a fé; a reverência em primeiro lugar que a confiança. Mas é perfeitamente claro que a confiança em Deus é princípio essencial no AT, sendo isso particularmente entendido naquela parte do AT, que trata dos princípios que constituem o fundamento das coisas, isto é, nos Salmos e nos Profetas. Não es está longe da verdade, quando se sugere que o "temor do Senhor" contém, pelo menos na sua expressão, o germe da fé no NT. As palavras "confiar" e "confiança" ocorrem muitas vezes; e o mais famoso exemplo está, certamente, na crença de Abraão (Gn 15.6), que nos escritos tanto judaicos como cristãos é considerada como exemplo típico de fé na prática.

III- A Fé, nos Evangelhos
Fé é uma das palavras mais comuns e mais características do NT. A sua significação varia um pouco, mas todas as variedades se aproximam muito. No seu mais simples emprego mostra a confiança de alguém que, diretamente, ou de outra sorte, está em contato com Jesus por meio da palavra proferida, ou da promessa feita. As palavras ou promessas de Jesus estão sempre, ou quase sempre, em determinada relação com a obra e a palavra de Deus. Neste sentido a fé é uma confiança na obra, e na palavra de Deus ou de Cristo. É este o uso comum dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.29; 13.58; 15.28; Mc 5.34-36; 9.23; Lc 17.5,6). Esta fé, pelo menos naquele tempo, implicava nos discípulos a confiança de que haviam de realizar a obra para a qual Cristo lhes deu poder; é a fé que opera maravilhas. Na passagem de Mc 11.22-24 a fé em Deus é a designada. Mas a fé tem, no NT, uma significação muito mais larga e mais importante, um sentido que, na realidade, não está fora dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.2; Lc 7.50): é a fé salvadora que significa salvação. Mas esta idéia geralmente sobressai no quarto evangelho, embora seja admirável que o nome "fé" não se veja em parte alguma deste livro, sendo muito comum o verbo "crer". Neste Evangelho acha-se representada a fé, como gerada em nós pela obra de Deus (Jo 6.44), como sendo uma determinada confiança na obra e poder de Jesus Cristo, e também um instrumento que, operando em nossos corações, nos leva para a vida e para a luz (Jo 3.15-18; 4.41-53; 19.35; 20.31, etc). Em cada um dos evangelhos, Jesus proclama-Se a Si mesmo Salvador, e requer a nossa fé, como uma atitude mental que devemos possuir, como instrumento que devemos usar, e por meio do qual possamos alcançar a salvação que Ele nos oferece. A tese é mais clara em João do que nos evangelhos sinóticos, mas é bastante clara no último (Mt 18.6; Lc 8.12; 22.32).

IV- A Fé, nas Cartas de Paulo
Nós somos justificados, considerados justos, simplesmente pelos merecimentos de Jesus Cristo. As obras não tem valor, são obras de filhos rebeldes. A fé não é uma causa, mas tão somente o instrumento, a estendida mão, com a qual nos apropriamos do dom da justificação, que Jesus pelos méritos expiatórios, está habilitado a oferecer-nos. Este é o ensino da epístola aos Romanos (3 a 8), e o da epístola aos Gálatas. Nos realmente estamos sendo justificados, somos santificados ela constante operação e influência do Santo Espírito de Deus, esse grande dom concedido à igreja e a nós pelo Pai por meio de Jesus. E ainda nesta consideração a fé tem uma função a desempenhar, a de meio pelo qual nos submetemos à operação do E. Santo (Ef 3.16-19).

V- Fé e Obras

Tem-se afirmado que há contradição entre Paulo e Tiago, com respeito ao lugar que a fé e as obras geralmente tomam, e especialmente em relação a Abraão (Rm 4.2; Tg 2.21).
Fazendo uma comparação cuidadosa entre os dois autores, acharemos depressa que Tiago, pela palavra fé, quer significar uma estéril e especulativa crença, uma simples ortodoxia, sem sinal de vida espiritual. E pelas obras quer ele dizer as que são provenientes da fé. Nós já vimos o que Paulo ensina a respeito sa fé. É ela a obra e dom de Deus na sua origem, e não meramente na cabeça; é uma profunda convicção de que são verdadeiras as promessas de Deus em Cristo, por uma inteira confiança Nele; e deste modo a fé é uma fonte natural e certa de obras, porque se trata duma fé viva, uma fé que atua pelo amor (Gl 5.6).
Paulo condena aquelas obras que, sem fé, reclamam mérito para si próprias; ao passo que Tiago recomenda aquelas obras que são a conseqüência da fé e justificação, que são, na verdade, uma prova de justificação. Tiago condena uma fé morta; Paulo louva uma fé viva. Não há pois, contradição. A fé viva, a fé que justifica e que se manifesta por meio daquelas boas obras, agradáveis a Deus, pode ser conhecida naquela frase já citada: "a fé que atua pelo amor".

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Fofoca




“Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde.” (Provérbios 12:18)


A fofoca é um mal presente na sociedade contemporânea. Pessoas fofocam no ambiente familiar, nos espaços de trabalho, dentro dos elevadores, em ônibus coletivos, enfim, sempre que têm oportunidade. De acordo com o dicionário Caldas Aulete, significa “comentários sobre a vida alheia, mexerico, boato”. E já faz parte da natureza do homem moderno. Até mesmo as crianças já tem tal prática.


Entretanto, embora esta prática tenha tornado-se algo natural dentre os homens, o que existe na Bíblia a este respeito? Será que as Escrituras Sagradas aprovam tal costume? Ou seria pecado? Certamente muitas cristãos pensam que esta atitude é bíblica. Fofocam sobre seus próprios pastores, a respeito de lideranças de outras denominações, vizinhos, colegas de trabalho, familiares e sobre qualquer pessoa que passar pela frete. Caso fosse possível, fofocariam até mesmo sobre Jesus Cristo.


Contudo, esta é uma prática condenável pela Bíblia. O verdadeiro cristão, com desejo sincero de seguir a Deus em todas as áreas da vida, deve evitar este assunto em todas as ocasiões. Não há nenhuma hipótese, de acordo com a Bíblia, em que a fofoca possa ser praticada. O apóstolo Paulo deixou alguns importantes ensinos milenares a serem observados com atenção. Há um trecho muito interessante na carta aos Colossenses:


“Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca. Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos, E vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; Onde não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos.” (Colossenses 3:8–11)


Todo mexerico, sem exceção, contêm palavras torpes. A própria fofoca em si é um tipo de malícia e maledicência – e parte significativa de seu conteúdo traduz mentiras. Então, de acordo com a passagem bíblica citada, todos devem deixar de lado esta prática. O autor incentiva as pessoas a adotarem novas práticas, revestindo-se de novidade de vida. Importante observar que não há, na Bíblia, nenhuma exceção possível em que Deus permita a fofoca.


O apóstolo Pedro também critica o mexerico. ”Deixando, pois, toda a malícia, e todo o engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações, desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo;” (1 Pedro 2:1–2) Várias das pessoas que fofocam tem inveja daquelas pessoas sobre as quais murmuram, e não tem coragem de fofocar face a face com as vítimas da fofoca. Como percebe-se nestas palavras de Pedro, toda a malícia, fingimento, inveja e murmuração devem ser deixados (abandonados, apartados, largados, colocados de lado).


O autor do livro de Provérbios diz que “o tolo de lábios ficará transtornado” (Provérbios 10:10), O mesmo escritor diz: “até o tolo, quando se cala, é reputado por sábio; e o que cerra os seus lábios é tido por entendido.” (Provérbios 17:28). Este trecho bíblico é tão claro e óbvio que dispensa comentários. Só mesmo quem quer desobedecer a Deus fofoca conscientemente. E quem o faz de maneira consciente, o conselho é clamar a Deus por perdão e pedir força ao Criador para ser liberto deste vício pecaminoso. Afinal de contas, a fofoca nada mais é do que pecado, e “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).