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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

GUIADOS PELO ESPÍRITO


Guiados pelo Espírito


TEMPO DE REFLETIR – 13 de fevereiro de 2013
Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei. Isaías 49:16
Há dois tipos de conduta que podemos ter: uma nos leva para longe de Deus e nos exclui do Seu reino; e nesse caminho estão a inveja, a contenda, homicídios e toda sorte de maus atos. Devemos seguir a outra forma de conduta e, ao adotá-la, encontraremos alegria, paz, harmonia e amor. [...] O amor que arde no peito de Jesus é o de que mais necessitamos; e quando esse amor estiver no coração, ele se revelará. Podemos ter o amor de Cristo no coração e esse amor não fluir para outros? Ele não pode estar em nosso coração sem testificar de que está ali. Será então revelado em palavras e na própria expressão do semblante. [...]
Logo após nosso filho mais velho [Henry Nichols White, 1847-1863] ter sido tirado de nós, aquele em quem depositávamos as mais favoráveis esperanças, que nos serviria de arrimo e a quem solenemente havíamos dedicado a Deus; e depois que lhe fechamos os olhos, na morte, e o lamentamos em grande dor, por causa da nossa aflição, indescritível paz sobreveio ao meu coração, além da nossa compreensão. Pude pensar na manhã da ressurreição; pude refletir sobre o futuro, quando o grande Doador da vida vier, quebrar as cadeias do sepulcro e chamar os justos mortos de seus leitos no pó; quando Ele libertará os cativos de seus cárceres, para que então nosso filho esteja entre os vivos novamente. Nisso havia paz, alegria e consolação indescritíveis. [...]
Quando Cristo deixou este mundo, Ele confiou uma obra a nossas mãos. Enquanto esteve aqui, Ele mesmo levou avante Sua obra; quando, porém, subiu ao Céu, Seus seguidores a retomaram onde Ele a havia deixado. Outros retomaram a obra onde os discípulos a deixaram, e assim ela tem sido realizada até agora, quando temos uma obra a fazer em nossos dias. [...]
Não precisamos caminhar sozinhos. Podemos levar todas as nossas tristezas e desgostos, problemas e provações, angústias e cuidados, e derramá-los nos ouvidos que estão abertos para ouvi-los; dAquele que está suplicando diante do Pai os méritos de Seu sangue. Ele está pleiteando por Suas feridas – Minhas mãos, Minhas mãos! “Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Is 49:16). Ele apresenta as mãos feridas a Deus, Suas súplicas são ouvidas, e anjos velozes são enviados para ministrar a homens e mulheres caídos, a fim de levantá-los e sustê-los (Review and Herald, 4 de janeiro de 1887).

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Deus se importa com você!



O que importa a você, importa a Deus.
Você provavelmente concorda com esta verdade quando se trata de coisas grandes. Quando surgem dificuldades especiais, como morte, doença, pecado ou desastre, você sabe que Deus se importa.
Mas, a respeito das coisas menores? E quanto a patrões aborrecidos, pneus furados, cães perdidos? O que dizer de pratos quebrados, voos atrasados, dores de dente ou um disco rígido danificado? Tais coisas tem importância para Deus?
Ele tem um Universo para funcionar, planetas para manter em equilíbrio, presidentes e reis para supervisionar. Tem, ainda, guerras com que se preocupar e fomos para tratar.
“Quem sou para falar-Lhe de minha unha encravada?”
Fico feliz por você haver perguntado. Deixe-me dizer-lhe quem é você. Na verdade, deixe-me proclamar quem você é.
Você é herdeiro de Deus. Candidato à eternidade. Você tem uma coroa. Você foi escolhido antes da criação.
Mas, acima de tudo isto – mais significativo do que qualquer título ou posição –, está o simples fato de que você é filho de Deus. “Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus” (I João 3:1).
Como aprecio a última frase! “De fato somos filhos de Deus”. É como se João soubesse que alguns de nós menearia a cabeça e diria: “Não, eu não. Susan Wesley, talvez. Billy Graham, tudo bem. Mas não eu”. Se estes são os seus sentimentos, João acrescentou aquela frase para você. “De fato somos filhos de Deus”.
Como resultado, se alguma coisa é importante para você, é importante para Deus.
Então, vá em frente. Conte para Deus o que está doendo. Fale com Ele. Ele não o mandará embora. Não achará que é tolice. “Porque não temos um sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:15,16).
Deus se importa com as pequeninas coisas em sua vida? Pode acreditar.
Se é importante para você, é importante para Ele.
(Escrito por Max Lucado)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Faça a escolha certa!


O segredo é fazer as escolhas certas. O que quero dizer é o seguinte: À luz da verdade, podemos ver tanto a verdade como a mentira, tanto a luz como as trevas – o que é simples, puro e claro e o que é enganador. Mas escravizados pelas trevas e mergulhados na cova da mentira, não vemos mais a verdade. Não temos outra opção senão crer na mentira. Tornamo-nos vítimas do nosso vício – “na louca escravidão do pecado”.
O segredo, naturalmente, é fazer as escolhas certas todos os dias. E então? Cuidado com estas escolhas! Cuidado com as suas decisões!
Precisamos perguntar sempre a nós mesmos: Isto honra o Salvador? Isto exalta o meu Senhor? Isto traz glória ao Seu Nome? Isto O exalta? Como o nosso enfoque é poderoso!…
Uma vez que você decide confiar em Deus com uma fé simples e lhe permite total liberdade para executar o Seu plano e propósito em sua vida, bem como através de sua vida, você só precisa relaxar e confiar nEle para cuidar das coisas que uma vez tentou manter sob controle. (Extraído da obra Simple Faith, de Charles Swindoll)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O Dever do Mordomo


TEMPO DE REFLETIR – 21 de janeiro de 2013
O que contribui, [faça-o] com liberalidade. Romanos 12:8
A liberalidade é um dever que de modo algum pode ser negligenciado. [...] É com o objetivo de cultivar em nós um Espírito de bondade que o Senhor pede nossos donativos e ofertas. Ele não depende dos homens para obter recursos para manter Sua casa. Ele declara, por intermédio do profeta: “Pois são Meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas” (Sl 50:10). [...]
Deus poderia ter feito dos anjos os embaixadores de Sua verdade; poderia tornar conhecida Sua vontade, assim como do Sinai proclamara a lei, com Sua própria voz; mas escolheu empregar homens e mulheres para fazer esse trabalho. E é somente quando cumprimos o propósito divino em nossa criação que a vida pode ser uma bênção para nós. Todas as riquezas confiadas ao homem se mostrarão ser apenas uma maldição, a menos que ele as empregue para ajudar em suas necessidades diárias, socorrer os necessitados ao seu redor e glorificar a Deus fazendo avançar Sua causa na Terra.
A Majestade do Céu entregou Seu alto comando, a glória que partilhava com o Pai e até mesmo Sua própria vida para nos salvar. E agora, o que faremos por Ele? Deus proíbe que Seus professos filhos vivam para si mesmos! [...] O primeiro e o melhor de tudo por direito Lhe pertencem. […] É nesta vida que Ele requer que todos os nossos talentos sejam postos a render. [...]
Não devemos considerar o dízimo como o limite da nossa liberalidade. Dos judeus era requerido que trouxessem a Deus numerosas ofertas juntamente com o dízimo; e não deveremos nós, que desfrutamos das bênçãos do evangelho, fazer o mesmo para sustentar a causa de Deus, como fizeram os que viveram na passada e menos favorecida dispensação? Como a obra para este tempo está se expandindo na Terra, os pedidos de ajuda têm aumentado constantemente. [...]
Apenas quando desejarmos que o Pai infinito deixe de nos conceder Suas bênçãos devemos nós impacientemente exclamar: Não há fim para o doar?! Não devemos apenas devolver fielmente a Deus nossos dízimos, que Ele reivindica como Seus, mas também devemos trazer à Sua tesouraria um tributo como oferta de gratidão. Com coração alegre, levemos ao nosso Criador as primícias de toda a Sua liberalidade – as nossas posses de alta qualidade, nosso melhor e mais santo serviço (Review and Herald,
9 de fevereiro de 1886).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A BUSCA DA SANTIFICAÇÃO


Considere a santidade de Cristo. Isto é necessário, acima de tudo, para estarmos firmemente arraigados em nossa segurança em Cristo… Portanto, é importante entender a justiça de Cristo e o fato de que esta justiça nos foi creditada.
Em muitas ocasiões, as Escrituras testificaram que, durante o tempo em que passou na Terra, Jesus viveu uma vida perfeitamente santa.
Mas a santidade de Jesus era mais do que simplesmente ausência de pecado. Era também uma perfeita conformidade com a vontade do pai.
É possível agir certo a partir de motivos errados, mas isso não é agradável a Deus. A santidade envolve muito mais do que meros atos. Nossos motivos devem ser santos, devem se originar do desejo de fazer algo simplesmente porque este “algo” é a vontade de Deus.
Considere a santidade de Cristo, porque a vida dEle é um exemplo de santidade para nós. Veja o que Ele declarou: “A minha comida é fazer a vontade dAquele que me enviou”. Temos coragem de aceitar isto como nosso objetivo pessoal na vida? Estamos verdadeiramente dispostos a examinar todas as nossas atividades, nossos objetivos e planos, e todos os nossos atos impulsivos, à luz da seguinte declaração: “Estou fazendo isso para agradar a Deus”?
É este o exemplo que devemos seguir. Em todos os nossos pensamentos e atos, em todas as partes do nosso caráter, o princípio regulador que nos guia e motiva deve ser o desejo de imitar a Cristo e fazer a vontade do Pai. Este é o caminho certo que devemos percorrer na busca da santificação. (Extraído da obra The Pursuit of Holiness, de Jerry Bridges)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O PODER DA ORAÇÃO


O poder da oração


TEMPO DE REFLETIR – 16 de janeiro de 2013
Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti. Isaías 26:3
Orar ao Grande Médico pela cura do ser traz a bênção de Deus. A oração nos une uns aos outros e a Deus. A oração traz Jesus ao nosso lado e concede nova força e graça à pessoa esmorecida e a perecer. Por meio da oração, os enfermos têm sido incentivados a acreditar que Deus olhará com compaixão para eles. Um raio de luz penetra o coração em desespero e se torna um cheiro de vida para a vida. As orações “venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo” – saberemos o que isso significa quando ouvirmos o relato de mártires que morreram por sua fé – “puseram em fuga os exércitos dos estranhos” (Hb 11:33, 34).
Ouviremos a respeito dessas vitórias quando o Capitão da nossa salvação, o glorioso Rei do Céu, abrir os registros diante daqueles sobre os quais João escreveu: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap 7:14). [...]
Cristo, nosso Salvador, foi tentado em todos os pontos como nós o somos, contudo, Ele era sem pecado. Assumiu a natureza humana, tornando-Se em semelhança de homens, e Suas necessidades eram as necessidades de um homem. [...]
A oração precedia e santificava todo ato de Seu ministério. Ele manteve comunhão com Seu Pai até o fim de Sua vida, e quando foi pendurado na cruz, saiu de Seus lábios o doloroso brado: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mc 15:34). Então, em uma voz que alcançou até os confins da Terra, exclamou: “Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito!” (Lc 23:46). Os períodos noturnos de oração que o Salvador passava na montanha ou no deserto eram necessários para prepará-Lo para as provas que Ele deveria enfrentar nos dias seguintes. [...]
Todas as coisas são possíveis ao que crê. Ninguém que vá ao Senhor com sinceridade de coração ficará desapontado. Como é maravilhoso que possamos orar eficazmente, e que mortais indignos e falhos possuam o poder de apresentar a Deus os seus pedidos! [...] Pronunciamos palavras que alcançam o trono do Rei do Universo (Review and Herald, 30 de outubro de 1900).

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Orem sem Cessar


TEMPO DE REFLETIR – 15 de janeiro de 2013
Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito. Efésios 6:18
Nem sempre estamos em condições de entrar em nossos aposentos para buscar a Deus em oração, mas não há tempo nem lugares impróprios para apresentar uma petição a Deus. [...] Na rua, em meio à multidão, em uma reunião de negócios, podemos elevar uma prece a Deus pedindo orientação divina, assim como fez Neemias ao apresentar sua solicitação perante o rei Artaxerxes. Um ambiente adequado à comunhão pode ser encontrado onde quer que estejamos. [...] Podemos viver no ar puro do Céu. Poderemos fechar a porta para a imaginação impura e os pensamentos não santificados se levarmos nosso coração à presença de Deus por meio da oração sincera. Aqueles cujo coração estiver aberto para receber o apoio e a bênção de Deus andarão em uma atmosfera mais santa do que a da Terra e manterão comunhão constante com o Céu. [...] O coração deve almejar constantemente a presença e a graça de Jesus para que a mente receba a iluminação divina e a sabedoria celestial.
Necessitamos ter uma visão mais clara de Jesus e uma compreensão mais ampla do valor das realidades eternas. A beleza da santidade deve encher o coração dos filhos de Deus. Para conseguir isso, devemos buscar as divinas revelações das coisas celestiais. [...]
Devemos nos manter tão perto de Deus que, em cada provação inesperada, nossos pensamentos se voltem para Ele tão naturalmente quanto a flor se volta para o sol. O girassol se mantém virado para a direção do sol. Se é desviado da luz, ele gira o próprio caule até levantar as pétalas em direção aos luminosos raios solares. Assim, também, todos os que entregaram o coração a Deus devem se virar para o Sol da Justiça e com profundo desejo buscar receber os brilhantes raios de glória que emanam da face de Cristo. [...]
O Senhor não tem obrigação de nos conceder favores, no entanto, Ele prometeu que, se cumprirmos as condições determinadas nas Escrituras, Ele cumprirá a parte dEle no contrato. As pessoas muitas vezes fazem promessas, mas não as cumprem. Em geral, descobrimos que, ao depositar nossa confiança em seres humanos, apoiamo-nos em juncos quebrados; mas o Senhor nunca desapontará aquele que nEle crê (Signs of the Times, 16 de dezembro de 1889).