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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Na angústia, clame ao Senhor!


mulher_preocupadaApesar da nossa frágil comunhão com Deus, podemos estar certos de que Ele sempre ouve as nossas orações. Os momentos de angústia e dificuldade são oportunidades nas quais podemos nos voltar para Deus e aprender a caminhar no amor e na intimidade com Ele. Deus perdoa a nossa fragilidade e está sempre de braços abertos para nos receber.
Por outro lado, Deus é aquele que abre as portas para nós. Quantas e quantas vezes em nossa vida passamos por momentos em que não conseguimos enxergar a mínima saída ou solução! Este é o momento de nos voltarmos para Deus e pedir ajuda. O apóstolo Paulo foi preso diversas vezes por pregar o evangelho. Na carta aos Colossenses (4:2) ele pediu que os irmãos orassem a Deus pedindo que se lhe abrisse a porta a fim de pregar mais uma vez. Ele estava preso e algemado, com poucas possibilidades de dar o seu testemunho. Jacó pediu que Deus abrisse a porta do relacionamento com o seu irmão Esaú, pois ele não via nenhuma possibilidade humana de que ele e seu irmão viessem a se entender (Gênesis 32:11).
Quando não houver mais saída, quando as suas possibilidades de solução dos problemas já tiverem se esgotado, quando já não houver a mínima esperança, peça e Deus abrirá as portas para você. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pedir pelos motivos errados?

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Como podemos ter certeza de não estar orando por motivos impróprios? Tiago escreve: “Pedis, e não recebeis porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (Tg 4:3). Que nós jamais insultemos a Deus, dizendo: “Ó Senhor, o marido daquela mulher me parece um tantinho atraente. Tudo bem se eu me sentar a seus pés – na minha imaginação? Não haverá nada físico no nosso relacionamento, Senhor”. Que jamais perguntemos se essa pode ser a vontade de Deus. Sabemos qual é a Sua vontade, pois ele diz: “Sede santos, como Eu sou santo”.
Talvez digamos: “Senhor, olha aquele carro novo, aquela casa nova”, ou “Puxa vida! Olha o guarda-roupa dela, Senhor! Tudo bem se eu ficar com um pouquinho só de ciúmes?” Ora, não fazemos de fato essas perguntas a Deus, mas com frequência racionalizamos os nossos sentimentos e atitudes numa tentativa de justifica-os, não é verdade?
Pode ser que estejamos um pouco sensíveis. Choramingamos e reclamamos: “Senhor, ela me deixa irritada. Olha o que ela fez. Eu realmente não gosto muito dela. Será que é essa a Tua vontade, Senhor?” Não. A Palavra de Deus diz: “O amor não exige que se faça o que ele quer. Não é irritadiço nem melindroso” (1 Co 13:5, A Bíblia Viva). Assim, uma das maneiras garantidas de pedir com os motivos certos é conhecer a Palavra de Deus, a Bíblia. Se Deus chama algo de pecado, não O insulte, questionando-O a respeito.
Não há nada na Palavra de Deus eu seja contrário à vontade de Deus.  Se encontramos o “não” de Deus em Sua Palavra, devemos crer nele, aceita-lo e agir de acordo com ele. (Escrito por Evelyn Christenson)

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Sete demonstrações do interesse de Deus por você

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1. Se você diz que não tem paz, Deus promete: “A Minha paz te dou”;
2. Se você lamenta que não tem fé, Deus fala: “Viva na fé do Meu Filho”;
3. Se você alega que não tem poder, Deus garante: “O Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”;
4. Se você reclama que não tem graça, Deus tranquiliza: “A Minha graça te basta”;
5. Se você sente que não tem força, Deus anuncia: “A batalha não é sua, mas Minha”;
6. Se você pensa que não pode fazer nada, Deus afirma: “Eu opero em você o querer e o efetuar”;
7. Se você conclui que não sabe orar, Deus explica: “O Meu Espírito intercede por você com gemidos inexprimíveis”.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sete regras simples ao orar

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1. Ore onde você está. Deus está presente em todos os lugares e sempre pronto a ouvi-lo;
2. Ore a Deus, simples e naturalmente, como a um amigo. Diga-lhe o que está em seu coração;
3. Ore lembrando as bênçãos que Deus lhe tem concedido. Some estas bênçãos de tempos em tempos e dê graças por todas elas;
4. Ore pelo perdão de Deus e pelas coisas indignas que você tem feito. Ele está sempre perto do coração humilde e contrito;
5. Ore pelas coisas que você precisa, especialmente por aquelas que farão a sua vida mais pura e digna do nome de cristão;
6. Ore pelos outros, lembrando as situações difíceis que os afligem e os auxílios de que necessitam;
7. Ore, acima de tudo, para que a vontade de Deus seja feita por meio de sua vida e no mundo em que você vive.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A vinha do Senhor


Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado. Mateus 21:33 (ver versos 33-41)
O profeta Isaías fez uma descrição dessa vinha: “Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha em um outeiro fértil. E a cercou, e a limpou das pedras, e a plantou de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre e também construiu nela um lagar” (Is 5:1, 2).
Esse símbolo representa as vantagens e oportunidades concedidas a Israel. [...] Por meio de Moisés, os israelitas receberam os preceitos e mandamentos divinos. [...] Deus lhes dotou de riquezas e prosperidade. Eles foram favorecidos com todos os privilégios temporais e espirituais. Foram protegidos pela lei dos Dez Mandamentos. Foi isso que distinguiu Israel de todas as outras nações na face da Terra.
A igreja é o tesouro peculiar de Deus, preciosa aos Seus olhos e objeto de Seu infinito amor. [...] O pai de família fez todas as provisões para que a vinha recebesse a melhor atenção. Tudo o que pôde ser feito se fez para que a vinha honrasse seu proprietário. [...]
Com fogo, tempestade e morte, o grande EU SOU redimiu Seu povo, a fim de torná-lo glorioso como Seu representante especial. Ele libertou os israelitas da terra da escravidão. Ele os sustentou como que sobre as asas de uma águia e os trouxe para Si, para que habitassem sob a sombra do Altíssimo. Cristo era o guia invisível dos filhos de Israel em suas peregrinações no deserto. [...] Eles testemunharam a mais maravilhosa manifestação do poder de Deus ao atravessarem o Mar Vermelho. Dia a dia viajavam sob a coluna de nuvem, o símbolo da presença divina. [...]
Com tal líder, com tais manifestações de Sua grandeza e poder, os filhos de Israel deveriam ter sido inspirados com fé e coragem para prosseguir. [...] Apenas dois entre aqueles que atravessaram o Mar Vermelho viveram para entrar na terra prometida. [...]
Precisamos cuidar para não sofrer o mesmo fim do antigo Israel. A história de sua desobediência e queda foi registrada para nossa instrução, para que evitemos o mesmo procedimento (Review and Herald, 10 de julho de 1900).

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Um Mestre de justiça


TEMPO DE REFLETIR – 12 de abril de 2013
Se vós permanecerdes na Minha palavra, sois verdadeiramente Meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:31, 32
Disse Cristo: “Aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11:29). Jesus foi o maior Mestre que o mundo já conheceu. Ele apresentava a verdade em afirmações claras e convincentes, e as ilustrações que usava eram do tipo mais puro e elevado. [...]
No sermão do monte, Cristo ensinou a interpretação verdadeira do Antigo Testamento, expondo a verdade que havia sido pervertida pelos líderes, escribas e fariseus. Que amplo significado Ele conferiu à lei de Deus! Ele mesmo havia dado a lei na ocasião em que as estrelas da alva juntas entoaram louvores e todos os filhos de Deus bradaram de alegria. O próprio Cristo era o fundamento de toda a estrutura judaica, o fim dos tipos, símbolos e sacrifícios. Ocultado pela coluna de nuvem, Ele dera instruções específicas a Moisés com relação à nação judaica, e era o único capaz de dispersar da multidão os erros que, devido às normas e às tradições humanas, acabaram se acumulando sobre a verdade. [...]
Ele colocou a verdade bem no alto, para que, como uma luz, pudesse iluminar a escuridão moral do mundo. Resgatou cada pérola da verdade do entulho das normas e das tradições de homens e exaltou-a ao trono de Deus de onde ela fora dada. [...]
Seu modo de proceder contrastava de tal maneira com o modo de proceder dos escribas, fariseus e mestres religiosos da época que eles foram expostos como sepulcros caiados, religiosos hipócritas que buscavam exaltar-se pela forma de santidade, enquanto por dentro estavam cheios de trevas e de toda impureza. Não podiam tolerar a verdadeira santidade, o verdadeiro zelo por Deus, que era a característica distintiva do caráter de Cristo, pois a verdadeira religião censurava seu espírito e práticas. [...]
No coração de Jesus havia ódio apenas pelo pecado. Eles O teriam recebido como Messias se Ele simplesmente tivesse manifestado Seu poder de operar milagres e Se abstivesse de denunciar o pecado, de condenar suas paixões corruptas e de pronunciar a maldição de Deus sobre a idolatria deles; mas como não deu liberdade para o mal, apesar de ter curado o enfermo, aberto os olhos do cego e ressuscitado o morto, eles não tinham coisa alguma a oferecer ao divino Mestre a não ser insultos cruéis, ciúme, inveja, más suspeitas e ódio (Review and Herald, 6 de agosto de 1895).